A INVEJA É UMA....
Estive pensando... ou melhor só copiando...depois do texto sobre Abidjan meus neurônios tiraram folga...por isso deixo pra vcs. mais uma colinha sobre um texto interessante sobre a INVEJA.
Algumas pessoas são mais suscetíveis a sentirem inveja que outras. O grau de inveja depende de como alguém foi tratado desde que nasceu, ou seja, se recebeu afeto, atenção e reconhecimento por suas conquistas", explica Brenda Gottlieb, psicóloga e analista junguiana, membro da Sociedade Brasileira de Psicologia Analítica. De acordo com a médica, a inveja nasce da frustração de algumas pessoas por se sentirem fracassadas em determinadas áreas da vida. Ela conta que, por não suportar a idéia de ser incapaz de conseguir aquilo que outro possui, o invejoso passa a boicotar, fofocar e tramar armadilhas para acabar com o prazer de outrem, a fim de provar para si mesmo que é melhor. "Inveja todo mundo tem. E todo mundo tem que ter, porque ela faz parte da psique humana. No entanto, é preciso saber que a inveja pode tanto destruí-lo como beneficia-lo", diz. "A inveja pode fazer com que as pessoas se esforcem para conseguir o que querem. Ela estimula a criação e é benéfica quando a busca pelo objeto pretendido não implica a decadência do outro." Quem sente mais inveja? Os especialistas consultados afirmam que entre homens e mulheres a incidência de inveja é a mesma. O que muda é a forma como cada sexo se manifesta. "As mulheres costumam ser mais competitivas no que diz respeito à beleza. A intensa valorização da estética pelos meios de comunicação cria um campo de hostilidade entre elas, tanto para protegerem seus parceiros quanto na busca por uma nova relação", sinaliza Ailton, que escreveu o livro "O Mapa do Amor" (Editora Gente). "Os homens, por outro lado, são intensamente movidos pelo sucesso profissional, que está intrinsecamente ligado a auto-estima masculina", completa. Brenda salienta que a ala feminina é comumente classificada como a mais invejosa porque as mulheres expõem os sentimentos com mais facilidade. "A inveja não depende do sexo, mas, culturalmente, as mulheres lidam com seus sentimentos de forma mais aberta, já que sempre buscam exorcizar o que as perturba. Os homens, no entanto, tendem a reprimir mais o que sentem", aponta. Ainda assim, pesquisa realizada pelo Ibope em 2004, com homens e mulheres de todo Brasil, revelou que 70% dos brasileiros admitem terem sentido inveja. Para os profissionais, a inveja se perpetua apenas em grupos de pessoas que estão próximas. O sentimento costuma acontecer, com freqüência, entre colegas de trabalho e familiares. "É típico o caso de irmãos que sentem inveja um do outro, porque acham que a mãe deu atenção para apenas um. Quanto mais próxima uma pessoa estiver de nós, maior as chances de sentirmos inveja. Isso porque são as pessoas que estão perto de nós que nos lembram o tempo todo como não conseguimos atingir certos objetivos de vida", sinaliza a analista junguiana.Absolutamente malévolo ou não, o sentimento ecoa profundamente no inconsciente individual e coletivo, acompanhado, sem dúvidas, de um lado, da vergonha por sentir tão vil desejo e, de outro, do medo de exclusão e rejeição pelo meio social o qual se está inserido. Mas não é difícil imaginar que muita gente por aí, tal qual John Milton no filme "Advogado do Diabo" (EUA, 1997), no fundo pense: "A inveja é meu pecado favorito".
Algumas pessoas são mais suscetíveis a sentirem inveja que outras. O grau de inveja depende de como alguém foi tratado desde que nasceu, ou seja, se recebeu afeto, atenção e reconhecimento por suas conquistas", explica Brenda Gottlieb, psicóloga e analista junguiana, membro da Sociedade Brasileira de Psicologia Analítica. De acordo com a médica, a inveja nasce da frustração de algumas pessoas por se sentirem fracassadas em determinadas áreas da vida. Ela conta que, por não suportar a idéia de ser incapaz de conseguir aquilo que outro possui, o invejoso passa a boicotar, fofocar e tramar armadilhas para acabar com o prazer de outrem, a fim de provar para si mesmo que é melhor. "Inveja todo mundo tem. E todo mundo tem que ter, porque ela faz parte da psique humana. No entanto, é preciso saber que a inveja pode tanto destruí-lo como beneficia-lo", diz. "A inveja pode fazer com que as pessoas se esforcem para conseguir o que querem. Ela estimula a criação e é benéfica quando a busca pelo objeto pretendido não implica a decadência do outro." Quem sente mais inveja? Os especialistas consultados afirmam que entre homens e mulheres a incidência de inveja é a mesma. O que muda é a forma como cada sexo se manifesta. "As mulheres costumam ser mais competitivas no que diz respeito à beleza. A intensa valorização da estética pelos meios de comunicação cria um campo de hostilidade entre elas, tanto para protegerem seus parceiros quanto na busca por uma nova relação", sinaliza Ailton, que escreveu o livro "O Mapa do Amor" (Editora Gente). "Os homens, por outro lado, são intensamente movidos pelo sucesso profissional, que está intrinsecamente ligado a auto-estima masculina", completa. Brenda salienta que a ala feminina é comumente classificada como a mais invejosa porque as mulheres expõem os sentimentos com mais facilidade. "A inveja não depende do sexo, mas, culturalmente, as mulheres lidam com seus sentimentos de forma mais aberta, já que sempre buscam exorcizar o que as perturba. Os homens, no entanto, tendem a reprimir mais o que sentem", aponta. Ainda assim, pesquisa realizada pelo Ibope em 2004, com homens e mulheres de todo Brasil, revelou que 70% dos brasileiros admitem terem sentido inveja. Para os profissionais, a inveja se perpetua apenas em grupos de pessoas que estão próximas. O sentimento costuma acontecer, com freqüência, entre colegas de trabalho e familiares. "É típico o caso de irmãos que sentem inveja um do outro, porque acham que a mãe deu atenção para apenas um. Quanto mais próxima uma pessoa estiver de nós, maior as chances de sentirmos inveja. Isso porque são as pessoas que estão perto de nós que nos lembram o tempo todo como não conseguimos atingir certos objetivos de vida", sinaliza a analista junguiana.Absolutamente malévolo ou não, o sentimento ecoa profundamente no inconsciente individual e coletivo, acompanhado, sem dúvidas, de um lado, da vergonha por sentir tão vil desejo e, de outro, do medo de exclusão e rejeição pelo meio social o qual se está inserido. Mas não é difícil imaginar que muita gente por aí, tal qual John Milton no filme "Advogado do Diabo" (EUA, 1997), no fundo pense: "A inveja é meu pecado favorito".

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